Escrito por Ricardo de Castro Barbosa    Ter, 20 de Dezembro de 2011 12:45    PDF Imprimir E-mail
SOA se encaixa na minha Empresa? (Parte I)

Qualquer aplicação pode ser construída através de Serviços. Mas, vale à pena “quebrar” aplicações em pedaços para depois juntar? A resposta é SIM, se estes pedaços (Serviços) puderem ser utilizados em outras aplicações (ou outros processos). Porém, não podemos nos esquecer que uma Arquitetura Orientada a Serviços vai requerer um esforço maior em Análise, Modelagem, Design e Operação. Se os Serviços puderem ser re-utilizados, este esforço será recompensado, pois no futuro, novos requisitos serão atendidos através de composições de Serviços já existentes no Inventário de Serviços da Empresa. Portanto, podemos deduzir que, embora todas as aplicações possam ser desenvolvidas em uma Arquitetura Orientada a Serviços, nem sempre vale à pena se valer desta possibilidade.

Naturalmente surge a pergunta: Em que tipo de ambiente SOA pode ser útil?

Podemos responder a esta questão através das respostas a algumas outras questões:

Qual a expectativa de ocorrência de mudanças nos Processos de Negócio? Esta questão está relacionada à necessidade de agilidade e flexibilidade. Se já sabemos de antemão que mudanças deverão ocorrer, isolar as partes sujeitas a mudanças pode resultar em uma manutenção mais ágil. Por exemplo, novas regulamentações podem exigir adaptações nas aplicações. Ao invés de desenvolvermos aplicações específicas para cada caso, podemos isolar estas diferenças através da construção de Serviços, protegendo a aplicação das constantes mudanças.

Existem funcionalidades que atendem a várias aplicações (ou vários Processos)? Este é um caso típico de reuso. Já me deparei com inúmeros casos em que a mesma funcionalidade é repetida em muitas aplicações, como, por exemplo, “Buscar Dados de Cliente”. A presença deste “pedaço” de código em várias aplicações redunda em um maior esforço de manutenção e, portanto, de Governança. Outro exemplo bastante comum é a “Consulta a Produtos”, que pode estar presente em aplicações das áreas de Vendas, Estoques, Compras, Logística, Custos, etc.

Os Processos são executados de uma forma mais procedural (com muita intervenção humana)? Se uma aplicação requer muita intervenção humana, como por exemplo, cadastrar um pedido, construindo a aplicação na forma de Serviços pode ser interessante, pois novas maneiras de entrar com os dados, (via um Portal, celular, etc.) não acarretarão mudanças nas aplicações. Novas demandas de clientes também poderão ser facilmente acomodadas. Ao contrário, uma aplicação que se relacione diretamente com outras aplicações, como no caso de autorização de crédito para uma compra com cartão, pode exigir alta performance. Neste caso não seria recomendada a utilização de Serviços. 

Os processos devem ser adaptados para atender a particularidades? Um exemplo disto é quando a empresa tem Processos que devem ser ajustados às diferentes regiões onde atua. Neste caso estas variações podem ser isoladas, construindo-as como Serviços, facilitando sua manutenção e provendo reuso das aplicações.

No artigo, “SOA se encaixa na minha Empresa? (Parte II)”, analisamos mais algumas questões.

Ricardo de Castro Barbosa é Diretor da Soa Master Educação e Consultoria Ltda. É certificado como SOA-Professional, SOA-Consultant e SOA-Architect pela SOASchool, do Prof. Thomas Erl.

Bibliografia:
SOA-Service Oriented Architecture – Eric A. Marks / Michael Bell;
100 SOA Questions – Kerrie Holley / Dr. Ali Arsanjani
SOA-Princípios de Design de Serviços – Thomas Erl

 

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