Escrito por Ricardo de Castro Barbosa    Seg, 06 de Junho de 2011 16:36    PDF Imprimir E-mail
Identificando Serviços - Parte II

Na primeira parte deste artigo tratamos de:

Formas de Identificar Serviços,
Decomposição Funcional e
Inventário de Candidatos a Serviço.

Neste artigo trataremos de Granularidade, Operações Lógicas e de algumas considerações importantes.

Estamos no ponto onde temos um Inventário de Candidatos a Serviços. Nossa primeira preocupação deve ser a de mapeá-los quanto à granularidade. A granularidade de um serviço é determinada a partir de seu contexto funcional e respectivas funcionalidades. Um serviço que contém funcionalidades para um contexto amplo é considerado como de granularidade grossa. Serviços de granularidade grossa podem ser “quebrados” em serviços de granularidade mais fina (operação de Decomposição). Serviços de granularidade mais fina podem ser agrupados em um de granularidade mais grossa (operação de Unificação). Outras operações lógicas são:

Interseção: quando serviços candidatos apresentam funcionalidades semelhantes ou mesmo iguais.
Subconjunto: quando serviços candidatos são agrupados em outro serviço candidato.
Subtração: quando se decide que certas funcionalidades não serão construídas sob forma de serviços.
Complexas: quando mais de uma operação lógica é efetuada em serviços candidatos.

As operações lógicas são efetuadas para que os serviços candidatos finais estejam de acordo com os princípios de Reuso, Autonomia e Visibilidade. Devemos nos preocupar em separar as funcionalidades agnósticas das não-agnósticas, conforme a figura abaixo:

                                                

Às vezes uma simples mudança de nome de um serviço pode fornecer outra perspectiva sobre este serviço. Imaginemos que estamos definindo os requisitos de um Sistema de Reservas para um hotel, e chegamos a um serviço candidato: “Reservar Quarto”. Se mudarmos seu nome para “Manter Status de Quarto”, podemos utilizar este serviço também para cancelar uma reserva, liberar o quarto depois de sua arrumação, bloquear o quarto para manutenção, etc. Portanto não devemos restringir nossa visão à demanda do momento, pois corremos o risco de criar silos de serviços, quando a idéia é criar continentes de serviços.

Com o Inventário de Candidatos a Serviços podemos partir para o Design, onde todos os 8 (oito) Princípios da Orientação a Serviços devem ser considerados.

“Quebrar” um sistema em vários pedaços para depois juntá-los não faz sentido, mesmo por que esta “junção” exige muita tecnologia, e não sai barato. Mas “quebrar” em pedaços de uma forma inteligente, para formar um Inventário de Serviços como ativos da empresa, e poder atender às áreas de negócio através da formação de composições a partir deste Inventário, possibilitando agilidade nos negócios, isto sim é SOA.

Ricardo de Castro Barbosa é Diretor da Soa Master Educação e Consultoria Ltda. É certificado como SOA-Professional, SOA-Consultant e SOA-Architect pela SOASchool, do Prof. Thomas Erl.

Bibliografia:

SOA-Service Oriented Architecture – Eric A. Marks / Michael Bell;
SOA-Princípios de Design de Serviços – Thomas Erl
SOA- Design Patterns – Thomas Erl

Última atualização ( Sex, 26 de Julho de 2013 16:27 )
 

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